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Amado Batista aparece em ‘lista suja’ do trabalho escravo

MINISTERIO DO TRABALHO RELATA

Amado Batista aparece em ‘lista suja’ do trabalho escravo
Amado Batista aparece em ‘lista suja’ do trabalho escravo (Foto: Reprodução)

O cantor Amado Batista foi incluído na "lista suja" de empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. A atualização foi divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na segunda-feira (6)

De acordo com o cadastro, a autuação refere-se a 10 pessoas no Sítio Esperança e a outros quatro trabalhadores no Sítio Recanto da Mata, ambos localizados em Goianápolis, Goiás. Embora a inclusão tenha ocorrido este ano, as ações fiscais nas propriedades do artista foram realizadas em 2024. A entrada dos nomes na lista acontece apenas após a conclusão dos processos administrativos e do exercício da ampla defesa pelos autuados.

A lista é atualizada a cada seis meses, e cada empregador permanece na publicação por dois anos. Os dados divulgados nesta semana referem-se a ocorrências registradas entre 2020 e 2025, período em que 1.530 trabalhadores foram resgatados no país.

A reportagem entrou em contato com a equipe de Amado Batista e aguarda retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

Minas lidera novas ocorrências

Na reportagem do Hoje Em Dia, a atualização do semestre revela que Minas é o estado com o maior número de novos registros de trabalho análogo à escravidão. O estado soma 33 novos cadastros entre os 150 listados no período entre 2020 e 2025. É importante ressaltar que o número de cadastros por empregador não corresponde, necessariamente, ao total de trabalhadores resgatados em cada ação.

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