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Abertura da Semana Santa reúne multidão e reforça chamado: “É tempo de conversão verdadeira”, disse o bispo

DOMINGO DE RAMOS

Abertura da Semana Santa reúne multidão e reforça chamado: “É tempo de conversão verdadeira”, disse o bispo
Abertura da Semana Santa reúne multidão e reforça chamado: “É tempo de conversão verdadeira”, disse o bispo (Foto: Reprodução)

Na manhã deste Domingo de Ramos, 29 de março de 2026, o bispo diocesano de Leopoldina, dom Edson Oriolo, participou da bênção dos ramos na Praça Félix Martins, no centro da cidade de Leopoldina, reunindo fiéis e sacerdotes das paróquias locais para a abertura da Semana Santa. A celebração teve início com a tradicional bênção dos ramos, momento que recorda a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Em seguida, os fiéis seguiram em procissão pelas ruas centrais, percorrendo a Avenida Getúlio Vargas em direção ao Santuário Diocesano São José Operário, em um testemunho público de fé e devoção.

No Santuário, o bispo presidiu a Solenidade do Domingo de Ramos, que foi concelebrada pelo padre Agnaldo dos Reis Ferraz, reitor do Santuário São José Operário; padre Wallace Andrade Teixeira, cura da Catedral de São Sebastião; padre Paulo Emílio Carneiro Xavier, pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário; e padre Wanderson Paulo da Silva Pereira, pároco da Paróquia São Benedito.

Durante a homilia, Dom Edson destacou o profundo significado espiritual da celebração, marcada pela dualidade entre a alegria da acolhida de Jesus e a contemplação de sua Paixão. Segundo o bispo, a Igreja propõe este momento como um verdadeiro “retiro espiritual”, convidando os fiéis a crescerem na fé, na sabedoria e na santidade.

Ele ressaltou ainda que a Semana Santa é, sobretudo, um tempo de encontro com Cristo, no qual cada fiel é chamado a aprofundar sua relação com Deus por meio da oração, da escuta da Palavra e da vivência dos sacramentos. Também incentivou os fiéis a aproveitarem este tempo para uma verdadeira conversão interior, destacando a importância de “abrir o sacrário do coração”, permitindo que a graça de Deus transforme a vida pessoal e comunitária.

Em sua reflexão, convidou os presentes a assumirem uma participação mais concreta na vida da Igreja, seja por meio da Eucaristia, do sacramento da reconciliação ou das diversas expressões de piedade próprias deste tempo litúrgico.

Ao final, dom Edson Oriolo recordou que os ramos, levados pelos fiéis, simbolizam vida e esperança, e expressou o desejo de que a Semana Santa seja vivida de forma renovada, como caminho de transformação e preparação para a celebração da Páscoa.

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