Fundação Cristiano Varella investe em tecnologia que reduz riscos cirúrgicos e amplia a precisão nas operações
NOVA TECNOLOGIA
Reduzir os riscos de uma cirurgia começa muito antes de o paciente entrar no centro cirúrgico. Começa na decisão de investir nos melhores recursos disponíveis para que o médico opere com mais informação e controle. Com esse propósito em seu plano de cuidado, a Fundação Cristiano Varella acaba de incorporar ao seu parque tecnológico uma torre cirúrgica 4K com imunofluorescência, um equipamento que amplia a visibilidade do cirurgião durante o procedimento.
Com a nova tecnologia, é possível identificar com mais clareza os vasos sanguíneos, os tecidos e a localização exata da lesão a ser tratada. Um corante é aplicado no organismo antes da cirurgia, sob a luz específica da torre e ilumina estruturas que seriam difíceis de distinguir a olho nu, oferecendo ao cirurgião um nível de detalhe que interfere diretamente na qualidade das decisões tomadas durante a operação.
"Conseguimos ver de forma muito mais específica os vasos e as estruturas do campo operatório. Isso contribui para uma cirurgia mais segura, reduz o tempo no centro cirúrgico e diminui o sangramento, além de oferecer ao paciente o acesso a um tratamento que poucos lugares no Brasil possuem", afirma o Dr. José Luiz Bravin, cirurgião oncológico e coordenador médico do Departamento de Cirurgia do Aparelho Digestivo da instituição.
A aquisição da torre cirúrgica 4K faz parte do mesmo plano estratégico em que já opera o sistema de cirurgia robótica, adquirida e implementada em 2024, pois a combinação dos dois recursos não é coincidência. Enquanto o robô oferece ao cirurgião movimentos de alta precisão e estabilidade, a imunofluorescência adiciona uma camada visual ao sistema robótico: a capacidade de distinguir, em tempo real, estruturas como vasos e margens tumorais. Juntas, as duas tecnologias se complementam.
A modernização do parque tecnológico da Fundação Cristiano Varella oferece ao paciente um serviço de saúde visado na excelência, buscando a melhor recuperação e a mitigação de riscos. Esse é um movimento da instituição para estar entre os centros oncológicos mais bem equipados do país e ampliar o acesso dos seus pacientes, que em sua maioria são atendidos pelo SUS, a tratamentos de referência nacional.




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